Sobre o Gene do Caos

Inovação nunca é fruto isolado de excesso de métodos, de racionalismos exagerados ou de um foco tão severo em um problema que este acaba se tornando parte da vida.

Inovação é, ao contrário, filha do caos. É em um ambiente de confusão, de fervor cultural, de manifestações de estresse, que as ideias com mais potencial acabam surgindo. Aqui, aliás, já nasce uma diferença: ideias não são inovações assim como embriões não são crianças.

Mas – também da mesma forma – é praticamente impossível o surgimento de uma iniciativa inovadora que parta de uma ideia mal concebida, capenga, irrelevante.

O livro que agora passa a ser escrito enxerga inovação justamente desta maneira: como o resultado de um caos bem misturado, incentivado, curado, curtido.

E, da mesma forma que o livro em si estará disponível na íntegra aqui pelo blog na medida em que ele vai sendo concebido, as ideias em torno de seus conceitos vão também sendo postados no cotidiano.

Haverá pensamentos pessoais, teorias de universos quase paralelos, casos práticos e, claro, toda uma análise de métodos de indução à inovação.

O convite feito aqui, portanto, é um só: redimensione o pensamento e deixe a inovação ser orquestrada pelo único elemento ao qual ela realmente se submete: o caos.

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