[Como gerir marcas na era dos micromomentos] Capítulo 6: Reconhecimento + Qualidade = Referência

Não nos adiantemos tanto no tempo ainda.

Verdade seja dita, a Old Smuggler apenas profissionalizou a maneira de se comunicar o nome de uma empresa a um determinado público. Guardadas as devidas proporções, nos séculos anteriores, era como se produtos fossem comercializados sob as égides das razões sociais dos seus fabricantes – algo com o único intuito de permitir uma “identificação legal”.

A inovação da marca escocesa foi transformar identificação em reconhecimento, em permitir que os olhos de qualquer consumidor fossem instintivamente guiados para as suas garrafas no momento de pedir uma bebida.

O óbvio sucesso acabou puxando todo um mar de competidores, levando a batalha para todo um outro patamar.

Com o tempo, o mero reconhecimento deixou de ser tão determinante. O importante agora era ser referência.

Foi nesse momento que os conceitos de marca e qualidade começaram a caminhar juntos. Se o whisky da Old Smuggler, por exemplo, fosse de péssima qualidade, a empresa estaria dando um tiro no pé: ao reconhecê-la, afinal, os consumidores exigiriam precisamente uma marca diferente.

Não foi isso o que aconteceu, claro – e, aos poucos, ela foi se transformando em referência.

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