Inovação em escala mundial

Recentemente, li uma estudo fantástico que comparou graus de inovação entre países de todo o mundo, publicado pela Economist.

A primeira coisa interessante: cada país recebe uma pontuação de acordo com uma série de critérios que vão desde a qualidade do ensino local até a quantidade de patentes solicitadas por ano.

Nesse quesito, os resultados são óbvios: Suiça, Suécia, Reino Unido e outros países de primeiríssimo mundo lideram. Só que esse estudo também os plotou em um gráfico de acordo com o PIB per capita – e acabou concluindo que, talvez por uma necessidade de sobrevivência frente a dificuldades essencialmente locais, até países de locais paupérrimos no meio da África se destacam.

Inovação, portanto, depende tanto da infraestrutura proporcionada ao inovador quanto do sentimento de necessidade ululante por inovação. Em outras palavras: enquanto uma maior “ordem” garante a inovação em países ricos, o caos total cumpre o mesmo papel nos pobres.

Agora veja o vídeo que postei ontem e considere que muitas das inovações em países ricos são “puxadas” por inovadores de lugares como Índia, China e mesmo Brasil.

Veja abaixo:

20150919_woc793_0

Veja também este outro gráfico, do mesmo estudo, que qualifica a inovação em cada país:

20150919_woc796_1

Perceba o número de patentes, por exemplo, do Brasil. Considere também que uma patente é justamente o resultado financeiro da inovação, o que garante a sua exploração financeira no longo prazo.

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