+ 1 case de disrupção educacional: a Escola da Ponte

Esse case não é nada novo. É bem antigo, diga-se de passagem, e nasceu em uma escola pública de uma das regiões mais pobres de Portugal. É a prova viva de que não se precisa de rios de dinheiro para inovar.

O método de ensino inteiro da Escola da Ponte, aliás, nasceu justamente da falta do que pode ser considerado como condições mínimas para o ensino – algo que soa bem familiar para nós, brasileiros. Foi assim: em um determinado momento, um buraco apareceu na parede que separava uma sala de aula de outra.

Em qualquer lugar do mundo, a atitude imediata seria reclamar e tentar tapar. Só que um dos professores percebeu que, por meio do buraco, os alunos começaram a interagir e inclusive a trocar experiências e conhecimento (mesmo que para colar em provas). O que ele fez?

Derrubou a parede inteira. Depois, já que havia começado uma mudança, aproveitou para abolir o conceito de classes, de separação por faixa etária, de professor “transmitindo” conhecimento e de ter a teoria, ao invés da prática, norteando a academia.

Em outras palavras: ele implantou o caos (ainda que com algum tipo de ordem, claro).

O resultado: a Escola da Ponte virou uma das principais referências europeias em qualidade de ensino, superando mesmo as mais sofisticadas escolas privadas do planeta.

Veja o vídeo abaixo, de uma TV portuguesa, contando melhor esse case:

 

 

 

 

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