As 11 escolas mais incríveis do mundo

Ontem escrevi sobre o princípio da anti-especificidade – uma teoria de que quanto mais se fugir do aprofundamento relacionado a um determinado assunto, mais potencial se constrói para inovar nele.

Curiosamente, me deparei com um post em minha timeline do Facebook exatamente sobre as principais escolas do mundo. E sabe de uma coisa? Todas elas – TODAS – aplicam esse princípio de alguma maneira.

Exemplificando: a Vittra, da Suécia, aboliu o conceito de sala de aula. Os alunos simplesmente recebem suas tarefas e tem liberdade para perambular com seus notes por qualquer que seja o ambiente. E não estamos falando aqui de alunos de pós-graduação: são crianças mesmo, na etapa mais básica (e importante) da educação.

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E a escola de Summerhill, na Escócia? As aulas são opcionais – os alunos vão se quiser – e todas as decisões são tomadas em conjunto, por meio de voto. E quer saber? Funciona perfeitamente.

Vittra e Summerhill criaram métodos que, de certa forma, abraçaram o caos como maneira de apimentar o interesse pelo estudo.

E esses são dois dos 11 exemplos. Vale conferir a matéria aqui, na íntegra – e entender que, hoje, o caótico pensamento em rede é a única maneira de inovar em todas as frentes de pensamento existentes.

 

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