Refazendo o caminho dos nossos ancestrais

Lá nos primórdios, a nossa espécie conseguiu aproveitar a Era do Gelo para cruzar o Estreito de Bering e trocar a Ásia pelas Américas, povoando assim os últimos recantos do nosso planeta.

O tempo passou, o gelo derreteu e, hoje, é impossível atravessar o mundo inteiro sem o uso deus avião ou, no mínimo, de alguns barcos. Tudo bem: a Internet e a globalização como um todo supriram o papel de unir os povos e as tribos globais, deixando a distância física em um distante segundo plano.

Mas, ainda assim, cruzar o mundo e testemunhar com os próprios olhos as tantas culturas que habitam o planeta certamente são uma fonte de inspiração sem paralelos. E se fosse possível fazer tudo a pé (ou de carro ou de bike ou de moto)?

Parece que isso já está mais perto da realidade. No ano passado, o presidente da Russian Railways Vladimir Yakunin apresentou seus planos para a “Trans-Eurasian Belt Development” (TEPR). De maneira prática, seria uma ponte de 88,5km entre a Rússia e o Alaska que se somaria a toda uma rede de estradas novas pela Ásia.

Com isso, seria possível efetivamente caminhar por todo o mundo – perfazendo um caminho de pelo menos 20.145km.

Em uma era de nomadismo digital e de busca por inspiração, essa nova (e ao mesmo tempo antiquíssima) maneira de unir o mundo daria, no mínimo, uma viagem incrível!

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