Como memórias se formam e como as perdemos

Não são as memórias que nos diferem dos nossos companheiros de planetas – todos largamente abaixo dos humanos na cadeia evolutiva. É a capacidade da nossa espécie de raciocinar sobre essas memórias, de unir umas às outras em uma teia lógica em que observações são preenchidas com deduções, com fantasias ou com projeções quaisquer.

Mas, claro, a base de qualquer raciocínio continua sendo a observação constatada – e, portanto, a memória. Esse sentido, vale entender como as memórias e como perdemos algumas delas.

Perceba, novamente, que depressão e estresse, ambos fruto do tédio e da monotonia que definem uma situação de “anti-caos” crônica, são os principais vilões:

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