Como o estresse detona o cérebro

Já que o post de ontem abordou o papel da disrupção na potencialização criativa, vamos ver o que acontece quando a situação é inversa.

Antes, explico: por disrupção ou busca do caos, não entenda algo como uma briga ou uma situação agravada de estresse. Entenda o exato oposto: uma incursão por um universo diferente, seja no cenário cotidiano, no contato com outro idioma, com outros povos ou outros conhecimentos, que acaba invariavelmente te arrancando do seu normal e, portanto, fazendo o seu cérebro praticamente explodir em sinapses que acabam gerando aqueles sempre bem vindos insights.

O que entendemos por estresse, por outro lado, é o oposto. Estresse costuma ser resultado de uma situação repetitiva da qual não conseguimos nos livrar – uma espécie de tendinite mental, por assim dizer. Fica-se cronicamente estressado quando se trabalha 12, 14 horas por dia por um longo período; quando se está por tanto tempo endividado que não se consegue mais pensar no assunto; quando a relação com o parceiro de vida (ou de momento) está já recheada de dúvidas e questionamentos inconvenientes; e assim por diante.

Estresse é o estado crônico da fadiga, a normalização tediosa de uma situação qualquer por tanto tempo que minutos passam a parecer dias e dias, meses.

Estresse é o oposto, portanto, do estado hiperdinâmico e criativo do caos.

O seu efeito? Até encolhimento do cérebro acontece. Veja abaixo:

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