Somos as perguntas que fazemos

Para muitos brasileiros, pelo menos, 2015 não foi exatamente um ano a se comemorar. Tivemos crises, escândalos, inflação, Mariana e todo um conjunto de tragédias que esperamos, com a mais veemente fé, que não se repitam em 2016.

Mas anos de crise tem a sua importância. Para ficar apenas na que julgo mais relevante, são neles que mais se produz pensamento e conhecimento, a base para que toda a humanidade efetivamente evolua. Tenho um fato que comprova isso: no Clube de Autores, empresa que tenho a honra de presidir e que concentra 10% de todos os livros publicados anualmente no Brasil, houve um crescimento de 30% no volume de publicações apenas nos últimos 12 meses. Incrível.

Inovação, afinal, é filha do caos: quer gostemos ou não, foram poucas as civilizações que sobreviveram ao tempo em um estado de paz e crescimento perenes.

Em nossos tempos, temos uma ferramenta fabulosa para entender os pensamentos que mais rondaram pelas nossas cabeças: o Google. E, embora com algum atraso, acabei topando com este vídeo, abaixo, que se foca nas perguntas mais feitas ao principal dos buscadores.

Se é verdade que somos as perguntas que fazemos, então fica claro todo o conjunto de dramas, conflitos, crises, derrotas e – claro – vitórias que fizeram o ano passado.

Os efeitos de todas essas demandas por resposta? Esse sentiremos ainda por muitos, muitos anos. É isso, aliás, que determinará uma das bases do pensamento em massa da humanidade.

 

3 comentários sobre “Somos as perguntas que fazemos

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