Armazenando todo o conhecimento da humanidade

Quando escrevi o meu primeiro livro, fiz questão de criar uma série de backups e guardá-los em lugares diferentes para evitar que aquela preciosidade – ao menos para mim – se perdesse. No total, foram 5 cópias em disquetes. 

O resultado (óbvio) disso? Fiquei com os disquetes, mas a obsolescência da tecnologia me fez perder o conteúdo. 

Imagine isso em escala global. O volume de conhecimento gerado pela humanidade é tão grande e em um fluxo tão constante que armazená-lo acaba sendo uma ingrata corrida contra o tempo. Pela lógica, por mais que HDs consigam armazenar mais e mais conteúdo, em pouco tempo precisaríamos de todo um outro planeta para guardar a inteligência produzida neste. 

A não ser, claro, que se pense em uma maneira diferente e muito mais óbvia para se armazenar esse conhecimento. A não ser que se olhe para a maneira mais eficiente que o mundo já testemunhou. 

O DNA.

Olhe para si mesmo. Já imaginou a quantidade de dados e regras que seu corpo armazena? E claro: não estamos falando do corpo inteiro, mas de um mínimo componente guardado em uma microscópica célula: seu DNA. 

Pela lógica, todo o conteúdo do Facebook, por exemplo, caberia em uma gotícula de água e todo o conhecimento gerado por toda a humanidade, desde que ela deu os seus primeiros passos, poderia ser guardado em alguns poucos metros cúbicos.

Vale conferir o vídeo abaixo, parte de uma série fenomenal da BBC sobre o futuro:

  

2 comentários sobre “Armazenando todo o conhecimento da humanidade

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