Sabe o que não faz muito sentido – mas que raramente paramos para considerar? Filmar uma, duas, três horas inteiras de algum evento sendo que jamais teremos tempo ou paciência para assistir a tudo. O que queremos assistir, afinal, são as partes mais emocionantes, mais impactantes.

De certa forma, uma câmera qualquer – seja uma GoPro ou o próprio iPhone – funciona como uma versão analógica da nossa memória.

O cérebro grava tudo o que registra, claro – mas mantém acesas em nossas memórias apenas as lembranças que, de alguma maneira causaram algum impacto. A câmera, por outro lado, grava tudo – mas a única maneira de você “se livrar” das horas de tediosa inutilidade é fazendo uma edição consciente.

Pelo menos até agora.

Um novo lançamento, o Graava, mergulhou justamente nesse abismo caótico que separa o processamento de memórias do registro de momentos e criou uma ponte. Seu conceito: trata-se de uma câmera com sensores de imagem, áudio, acelerômetro, GPS e batimento cardíaco que, operando em conjunto, conseguem detectar quais momentos de um determinado vídeo realmente “quer” se lembrar e, em seguida, os edita em tempo real.

Mais um paradigma imenso desaparece. Fantástico.

Vale conferir no vídeo:

 

Transformando o registro de uma câmera no registro de uma memória

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