Chamando a atenção do consumidor

Lá pela década de 70, um sujeito chamado Herbert Simon criou o conceito de Economia da Atenção. Sua lógica era tão simples quanto óbvia: em um mundo comunicacionalmente superpoluído e abarrotado, conquistar a atenção de um consumidor em potencial era resultado de mais que o simples acaso. Era necessário uma troca: entregava-se a ele algo inusitado, diferente, capaz de fazê-lo se entreter de qualquer que fosse a forma e, em contrapartida, ele cedia seu foco à marca que criava a mensagem. 

Por ser uma troca, um “tome lá, dá cá”, foi possível (e bem inteligente) usar o conceito de economia, a partir de onde se firmou a também óbvia lógica de que a criação publicitária seria cada vez mais fundamental. 

De lá para cá o mundo piorou, ao menos nesse sentido: mais meios surgiram, mais marcas pipocaram, mais agências brotaram propondo maneiras bem diferenciadas de comunicação. 

Não dá para arriscar um palpite de onde isso tudo vai parar – afinal, o próprio mercado publicitário está hoje em uma crise sem precedentes, minando as bases do pensamento criativo como um todo. Mas, ao menos até que o apocalipse venha, vale se divertir com algumas peças que mudaram a paisagem cotidiana de grandes centros para trocar a atenção do consumidor por puro entretenimento contextualizado. Exemplos abaixo: 

   
    
   

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s