Jugaad, a inovação frugal que faz toda a diferença

Em salas de aula, o conceito de inovação tende a ser confundido com ficção científica. Os maiores casos de sucesso, afinal, costumam vir carregados de dinheiro grande, resultado de investidores espertos e endinheirados de países como EUA, Alemanha, Japão etc.

Sorte a dos empreendedores daqueles países, claro.

Mas isso não significa que, aqui por nossas bandas, não possamos também criar soluções diferenciadas com recursos parcos. O próprio Clube de Autores, empresa que tenho a honra de presidir, aliás, é um exemplo perfeito do empreendedorismo tipicamente brasileiro: nasceu, afinal, de parcerias que se metamorfosearam em sociedade por falta de capital, teve como investimento maior a mão de obra dos sócios e como terreno de marketing as democráticas redes sociais. Fazer o Clube foi um ato de guerrilha que deu certo pela persistência: o dinheiro de investidores externos, afinal, veio apenas anos depois, quando a empresa já se sustentava.

Mas há, claro, exemplos muito mais áridos que os do Clube – e muitos são exemplificados na palestra sobre Jugaad, de Navi Radjou. Esse tipo de inovação frugal, como ele chama, típico de países em desenvolvimento com muitos desafios (e, portanto, oportunidades) e dinheiro escassíssimo, é uma das artes mais incríveis dos nossos tempos.

Vale conferir cada minuto, abaixo:

 

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